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Explore a inflação em Portugal desde 1960 e calcule o poder de compra real de um montante em qualquer ano. Dados INE e Pordata.
Fonte: INE · Pordata · BCE · dados até 2025O poder de compra é a quantidade de bens e serviços que uma determinada quantia de dinheiro consegue adquirir. A inflação reduz o poder de compra: se a inflação for de 5%/ano, € 1.000 de hoje terão o mesmo poder de compra que € 952 daqui a um ano. Por isso, um depósito a prazo com taxa inferior à inflação significa perda real de poder de compra.
Sim. Em 2009, Portugal registou deflação de -0,9%, durante a crise financeira global. Em 2014 também houve deflação ligeira (-0,3%), no contexto da austeridade e da crise da dívida da Zona Euro. A deflação prolongada é perigosa porque desincentiva o consumo e dificulta o pagamento de dívidas.
Significativamente. Na década de transição para o Euro (1996–2001), a inflação desceu de 3,2% para 3,6%, e na década de 2000, a média foi de cerca de 2,8%/ano — muito abaixo dos 15-25% das décadas de 70 e 80. A política monetária comum do BCE trouxe estabilidade de preços, mas retirou a capacidade de Portugal ajustar a taxa de câmbio.
Fontes: INE — Índice de Preços no Consumidor, série histórica 1960–2025 · Pordata — Inflação anual Portugal · BCE — HICP histórico Zona Euro · Banco de Portugal — Boletim Estatístico 2024.